Fale Conosco

(32) 3215-4587(Centro)
(32) 3211-8872(Benjamin)

Blog

Você está em Home Blog
Vamos conversar?

Saiba como funciona o uso de alta tecnologia na fisioterapia para incontinência urinária

25 ago

A perda involuntária de urina, conhecida como incontinência urinária, denota um problema comum e constrangedor que afeta cerca de 10 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia.

As mulheres são as mais afetadas com esse problema e apesar de ser relacionado a fatores como a terceira idade, a incontinência urinária é um problema que pode afetar diversas faixas etárias.

Os impactos da incontinência urinária podem prejudicar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desse problema, uma vez que acabam acabam se isolado por vergonha de que incidentes aconteçam.

Se você sofre desse problema ou conhece alguém cuja a qualidade de vida é afetada em função da incontinência urinária, saiba como funciona o uso da alta tecnologia na fisioterapia para incontinência urinária.

O que causa a incontinência urinária

Como já mencionado anteriormente, a incontinência urinária vai muito além de ser apenas um problema médico, uma vez que também afeta outras áreas como, por exemplo, a saúde psicológica, emocional e social da pessoa que sofre do problema.

Entre as causas do problema, se destacam:

  • Fraqueza do assoalho pélvico ou na musculatura dos esfíncteres;
  • Obstrução da uretra;
  • Constipação intestinal;
  • Efeito colateral de medicamentos;
  • Doenças no sistemas nervoso e muscular;
  • Gravidez e pós parto.

A incontinência urinária apresenta mais de um tipo e sintomas, os tipos de incontinência existentes são os seguintes:

  • Incontinência urinária de esforço (IUE): Esse primeiro tipo de incontinência é caracterizado pela perda de urina quando se realiza algumas ações como, por exemplo, movimentar-se, rir, exercitar-se ou tossir. A IUE ocorre devido à danos no assoalho pélvico ou lesões de nervos que podem acontecer durante o parto.
  • Incontinência urinária de urgência: Esse tipo de incontinência apresenta um patamar mais grave que a IUE, nesses casos existe uma vontade súbita de urinar durante a realização de atividades cotidianas, muitas vezes a pessoa não consegue chegar ao banheiro sem perder urina.
  • Incontinência urinária mista: Já esse tipo de incontinência é associado aos dois tipos citados anteriormente, entre os sintomas principais se destaca a dificuldade em controlar a perda de urina pela uretra.

Como a alta tecnologia na fisioterapia pode ajudar nesse problema?

Graças aos avanços tecnológicos na área da fisioterapia urológica é possível tratar do problema da incontinência urinária com o apoio de exercícios especializados.

Principalmente para o público feminino, que é o mais afetado com o problema, a Fisioterapia Urológica ou Fisioterapia Uroginecológica tem como objetivo principal tratar das várias alterações do assoalho pélvico, como incontinência urinária e fecal, prolapsos genitais e disfunção sexual.

A fisioterapia é uma excelente aliada para a incontinência urinária e os reflexos dos tratamentos desenvolvidos beneficiam tanto a qualidade de vida como o desempenho sexual da pessoa que sofre desse problema.

Através dos exercícios desenvolvidos na fisioterapia, o especialista na área tem como objetivo fortalecer os músculos do assoalho pélvico e desenvolver um treino de carácter individualizado para a disfunção apresentada pelo paciente.

Para as gestantes, o uso da alta tecnologia na fisioterapia também pode auxiliar no processo de preparação para o parto e na recuperação do período pós-parto, isso porque ajuda a mulher a assimilar as mudanças sofridas pelo seu corpo e passar pela recuperação de forma mais saudável.

Entre as técnicas utilizadas para pela fisioterapia para tratar da incontinência urinária, estão:

  • Biofeedback Eletromiográfico: por meio de sinais auditivos ou visuais, é possível realizar a leitura e interpretação da atividade elétrica das fibras musculares do assoalho pélvica, tudo isso em tempo real. Dessa forma é possível capacitar o paciente na identificação dos músculos que precisam ser trabalhados, desenvolvendo uma melhora na percepção sensorial, melhorando a coordenação e controle motor voluntário, como resultado do Biofeedback Eletromiográfico o paciente terá uma melhora funcional e nos sistemas urinários.
  • Eletroestimulação: essa técnica trabalha com o estímulo dos nervos da pelve e, como resultado, existe uma melhora significativa nas funções urinárias, força e alívio dor, quando esta é presente.
  • Treinamento dos músculos do assoalho pélvico: existem alguns exercícios específicos que ajudam o paciente a reconhecer os músculos da região pélvica, a fim de realizar treinos individualizados para o tratamento de disfunções.
  • Cones vaginais: nessa técnica, são utilizados pesos com tamanhos que variam de 20g a 100g, esses pesos servem para a realização de um treinamento funcional dos músculos do assoalho pélvico em atividades cotidianas.

Buscar um urologista logo que os primeiros sintomas de incontinência urinária surgem é fundamental para que seja feita o diagnóstico e tratamento adequado.

O urologista poderá indicar um fisioterapeuta especializado da COP Fisioterapia que possa tratar das disfunções pélvicas com um tratamento individualizado para as necessidades de cada paciente.

 

 

 

 

 

 

 

COP Fisioterapia